Vacinas contaminadas com o vírus mortal da gripe aviária | 09Jul2009 14:00:00

Vacinas Baxter da gripe contaminadas com H5N1 – também conhecida como a forma humana da gripe aviária, uma das armas biológicas mais mortíferas na terra, com uma taxa de mortalidade de 60% - foram recebidas por laboratórios na República Checa. Alemanha e Eslovénia.
Contaminação “acidental” de vacinas com o vírus vivo da gripe aviária virtualmente impossível
Artigos científicos checoslovacos questionam se a vacina contaminada da Baxter não terá sido uma “tentativa de provocar uma pandemia”.
Os jornais checoslovacos estão questionando se a chocante descoberta de vacinas contaminadas com o vírus mortal da gripe aviária que foram distribuídas a 18 países pela companhia americana Baxter não seria parte de uma conspiração para provocar uma pandemia.
A alegação tem peso porque, de acordo com os próprios protocolos laboratoriais que são rotina para os produtores de vacinas, misturar uma arma biológica de vírus vivo com material de vacina, por acidente, é virtualmente impossível.
A companhia que lançou no mercado material contaminado com o vírus da gripe proveniente de uma fábrica na Áustria confirmou na sexta-feira que o produto experimental continha vírus da gripe aviária H5N1” relata a Canadian Press.
Vacinas Baxter da gripe contaminadas com H5N1 – também conhecida como a forma humana da gripe aviária, uma das armas biológicas mais mortíferas na terra, com uma taxa de mortalidade de 60% - foram recebidas por laboratórios na República Checa. Alemanha e Eslovénia.
Inicialmente a Baxter tentou obstruir questões invocando “segredos comerciais” e recusou-se a revelar como as vacinas teriam sido contaminadas com o H5N1. Quando a pressão ficou maior eles então alegaram que lotes com o H5N1 puro foram enviados por acidente. Isto aparentemente era uma tentativa para mudar rapidamente de assunto e esconder o facto de que a contaminação acidental de uma vacina com um agente biológico mortífero, como o vírus vivo da gripe aviária, é virtualmente impossível e a única maneira que isso podia ter acontecido era por negligência grosseira intencional e criminosa.
De acordo com uma tradução de uma compilação das histórias que surgiram nos jornais checoslovacos, os mídia deste país estão fazendo perguntas difíceis sobre se a contaminação seria parte de uma tentativa deliberada de iniciar uma pandemia.
“Isto tratou-se apenas de uma negligência criminosa ou foi uma tentativa de provocar uma pandemia usando a vacinação contra a gripe de modo a espalhar a doença – como aconteceu com a vacinação anti-hepatite B nos EUA, em que as vacinas continham o vírus HIV? – e a seguir recolher os lucros das vacinas contra o H5N1 que a Baxter desenvolveu? Como é possível que um vírus como o H5N1 apareça nas vacinas da gripe normais? Será que nem sequer precauções básicas eles seguem, nas empresas farmacêuticas americanas?” diz a tradução.
O facto de a Baxter ter misturado o mortífero vírus H5N1 com uma mistura de vírus da gripe H3N2 sazonais é a prova. O vírus H5N1 só por si já matou centenas de pessoas, mas é menos aerotransportável e mais restrito na facilidade com que se pode espalhar. Contudo, quando combinado com vírus sazonais da gripe, que, como todos sabem, são super-aerotransportáveis e facilmente disseminados, o efeito é uma arma biológica potente, super-arotransportável, super mortífera.
Noticia original publicada em: 5Mar2009
Autor: Paul Joseph Watson, Prison Planet









