Lindsey Williams – Os próximos 12 meses (2008) | 01Out2011 17:31:36
O que podemos esperar que aconteça no mundo nos próximos 12 meses? De forma a responder a esta questão, deixe-me dar-lhe algum enquadramento, de modo a que possa compreender o resto da história.
O ano era 1984. Estava na minha casa, em Kasilof, Alaska, onde vivia na altura. O telefone tocou. No outro lado da linha estava um representante de uma empresa petrolífera.
Disse-me “Capelão, como está?”, ao que respondi “bem; não falamos há algum tempo”. Ele disse “já agora, vai fazer alguma conferência nas próximas semanas?”
Respondi “sim, começo em Seattle, Washington na próxima semana, e acabarei no sul da Califórnia dois meses mais tarde”. Ele disse “bem, gostaria que todas as pessoas nos seus auditórios pensassem que você é um profeta?”, ao que respondi “o que quer dizer com isso?”, e ele disse “diga-lhes que o preço do petróleo bruto vai pa ssar de $32 para $10 por barril.”
Bem, estava nos $32 por barril na altura, e eu disse “isso não pode acontecer. Iria devastar o mundo Árabe!” ao que ele disse “Capelão, é o que vai acontecer!”
Foi o que fiz. Eu conhecia este homem. Sabia que ele sabia o que estava a dizer porque, no fundo, está tudo planeado. Então eu disse “okay”, e fi-lo.
Começando na semana seguinte, em Seattle, Washington, afirmei que o preço do petróleo bruto iria dos $32 por barril para os $10 por barril. O meu público começou a rir, sabiam que tal era impossível. Mas aconteceu. Não chegou aos 10, mas chegou aos 11. E quando aconteceu, o meu telefone não parou de tocar. As pessoas diziam “você é um profeta!”, ao que eu dizia “não, não sou; apenas conheço as pessoas que estão a fazer isto!”
E aconteceu exactamente como ele disse que iria acontecer. Estão a ver, é tudo planeado com antecedência.
Vou dar-lhes outro exemplo. Estava a ver o Good Morning, America recentemente – raramente vejo as notícias da manhã – mas lembro-me que estava a ver nessa manhã e quem é que estava a ser entrevistado no Good Morning, America? Nada menos que George Bush Senior, o pai Bush.
E fizeram-lhe várias perguntas, quando chegaram ao fim do programa ela perguntou-lhe “Sr. Bush, gostaria de lhe fazer uma última pergunta. Costuma ver as notícias da manhã?”. Ele sorriu e disse “não”. Pode imaginar a reacção da senhora quando ele deu essa resposta, ela ficou espantada por alguns momentos, e depois perguntou “porque não?”. A resposta dele foi espantosa. Ele disse “porque eu já sei quais vão ser as notícias!”, e ele tem toda a razão, porque, sabem, ele é um dos elitistas.
Isto não é uma conspiração! Isto é uma agenda. Têm de compreender uma coisa: estas pessoas sabem exactamente o que estão a fazer. Não vão cometer quaisquer erros; foi tudo planeado com grande antecedência. Tudo no mundo acontece a partir de um plano pré-elaborado. Nada do que acontece, acontece por acaso. É tudo planeado com antecedência e eles sabem o que vai acontecer.
Deixe-me dar-lhe um exemplo, e rapidamente irá reconhecer isto no que viu acontecer recentemente: as empresas americanas gastaram $59.2 mil milhões na China nos últimos 12 meses. Não, não foi nos EUA, foi na China. Isto é conhecido como externalização (ou outsourcing). Pegámos na nossa indústria e movemo-la para o estrangeiro.
O que é que isso fez aos empregos nos EUA? Perdemo-los! Os EUA perderam sete milhões de postos de trabalho têxteis e três milhões de postos de trabalho no sector industrial para o comércio livre e externalização. Acha que isto não foi planeado com antecedência? Sim, planearam o que iam fazer há muitos anos atrás.
152.000 empresas saíram dos EUA e foram para o estrangeiro. Os EUA perderam um milhão de empregos fabris desde que Bush se tornou presidente. Acha que isto acontece por acaso? Nem por sombras. É um plano pré-concebido. Foi planeado há anos. Quando ainda estava no oleoduto de Trans-Alaska, há 35 anos atrás, ouvi-os falar sobre algumas das coisas que iam fazer.
Vamos avançar. Os EUA endividam-se para com outros países a um ritmo de $1 bilião
[nota: sistema anglo-saxónico é diferente do sistema português]
por ano. Acha que isto acontece por acaso? Não! É planeado. Está de acordo com o que eles querem. Os EUA têm de retirar 17% do capital mundial a qualquer dia só para servir a nossa dívida nacional!
Isto é tudo planeado. Vamos ver onde estamos agora. Eles nunca compram um negócio bem sucedido. Pense nisto por um momento. Porque quereria comprar algo a um preço elevado? Quando é que compra? Compra-o depois de o levar à falência. Só o compram depois de o levarem à falência.
Muito bem, Isto está a acontecer agora mesmo. As companhias aéreas americanas; como é que as compra? Compra-as quando estiverem no topo? A fazerem os seus maiores lucros? Nem pensar. Como faz? Leva o preço do crude para onde está agora. Leva o preço do combustível para aviação a um ponto em que as companhias aéreas já não podem funcionar. Leva-as à falência, e depois o que faz? Compra-as por quase nada? É isso mesmo que estão a fazer neste momento.
E você diria “não não, isso não foi planeado.” Foi sim. Planearam tudo com antecedência. Porque pensa que estão a levar o preço do crude para onde está agora, e o preço da gasolina no posto de abastecimento?
E o combustível dos aviões? Claro! Vamos avançar mais um pouco. As instituições financeiras dos EUA. Comprá-las-ia quando estão no topo? J.P. Morgan Chase, Bank of America; comprá-las-ia quando estão a lucrar ao máximo? Não! O que faz? Primeiro leva-as à falência, e depois compra-as por nada! É precisamente isso que está a acontecer às nossas instituições bancárias neste momento! O ramo imobiliário! Acha que isto acontece por acaso? Não!
Há 10 ou 12 anos, inventaram as hipotecas de taxa ajustável, os empréstimos sem juros, e sabiam que haveria uma altura em que isso faria o que fez hoje ao mercado imobiliário! Foi planeado há 10 ou 15 anos para fazer tudo o que está a fazer hoje ao mercado imobiliário na América.
E então, o que vão fazer? Vão possuir a maioria dos lares na América. E o que pagam por eles? Ficam com eles de graça! Afinal de contas, quando alguém não consegue pagar a prestação da casa, após três meses, eles vêm, repossuem-na, e a casa pertence-lhes. Afinal, as instituições bancárias também lhes vão pertencer, porque as vão levar â falência através do mercado imobiliário.
E quanto às pequenas empresas? Exactamente a mesma coisa. Não vai comprar pequenas empresas quando estão a lucrar ao máximo. Compra pequenas empresas após as ter levado à falência, e depois vem e compra-as por quase nada. É precisamente isso que está a acontecer através de um plano pré-elaborado. A elite cria o problema e depois cria uma solução.
Brasil
Exemplo: Brasil. Há muitos anos, o Brasil queria ser uma grande potência. Afinal de contas, tinham provavelmente as maiores riquezas de qualquer nação à face da Terra, na bacia do rio Amazonas. E o que fizeram eles? Disseram “sim Brasil, teremos todo o gosto em fornecer-lhes todos os empréstimos que quiserem. Vamos dar-lhes uma linha infinita de crédito. Construam essa bela cidade de Brasília e façam tudo o que quiserem fazer.”
E foi o que fizeram. Ora, todos sabíamos que o Brasil não poderia ter sucesso porque, afinal de contas, as taxas de juro eram tão elevadas. E então, como pode adivinhar, após alguns anos, o Brasil não conseguiu pagar ao Banco Mundial. O que fez o Banco Mundial? O Banco Mundial disse “bem, Brasil, lamentamos, mas não consegue efectuar os pagamentos. Nem sequer consegue pagar os juros, quanto mais o capital.” E disseram “Fazemos assim, teremos todo o prazer em dar-lhes uma nova linha de crédito. Basta assinarem debaixo da linha pontilhada afirmando que nos darão toda a riqueza da bacia do rio Amazonas.”
Este é provavelmente o local pouco explorado mais rico à face da Terra, hoje em dia. Ouro e prata e diamantes e tudo o que possa imaginar, e madeira, e tudo o que o mundo precisa hoje. E disseram “faremos isso com todo o gosto. Desta vez faremos isso.” E eles então disseram “Sim, claro, assinamos debaixo da linha pontilhada.” Mas o que lhes deu o Banco Mundial? O Banco Mundial não lhes deu nada senão um registo computadorizado. Não lhes deu ouro, não lhes deu prata, não lhes deu nada de valor; deu-lhes um registo no computador; assinaram abaixo da linha pontilhada e disseram “utilizaremos a bacia do rio Amazonas como garantia.”
O que aconteceu alguns anos mais tarde? Evidentemente, o Brasil não conseguiu, não conseguiu pagar o capital nem os juros, e então o Banco Mundial veio e disse “bem, Brasil, faremos assim: nós iremos simplesmente executar a garantia que nos deram devido à linha de crédito que facultamos” e o Brasil não teve alternativa.
Quem é hoje o dono de toda a bacia do rio Amazonas? O dono é nada menos que o Banco Mundial. Como o conseguiram? A partir de um registo num computador. Estão a ver, criaram um problema e depois criaram uma solução, e o Brasil fez exactamente como lhe tinham dito.
Agora, o que estão a fazer, hoje, à economia dos EUA? Em primeiro lugar, destroem o dólar, de modo a fazerem entrar a união Norte-Americana. Uma nova moeda, todos os pormenores através de um plano pré-elaborado.
Deixem-me provar-vos. Aqui está: a palavra é conhecida como inflação. Preste atenção. O Dólar em 1950, só compraria hoje 12 cêntimos daquilo que compraria em 1950. Perdeu 88% do seu valor desde 1950. Se tiver a minha idade, lembrar-se-á de quando o dólar tinha o valor de um dólar. Mas em vez disso, tivemos uma inflação de 100% desde 1950. Deixem-me provar-vos.
Um selo postal custava 3 cêntimos em 1950. Hoje, o valor de um selo postal está acima dos 40 cêntimos. O que é isso? É uma inflação de 1.266%. Aconteceu por acaso? Nem pensar. Aconteceu a partir de um plano pré-elaborado, feito pelas pessoas que querem ser donas de tudo na nossa sociedade moderna e trazer tudo para debaixo do seu controlo.
Vejamos o exemplo de um galão de gasolina. Um galão de gasolina, em 1950, numa estação de gasolina de serviço completo, custava 18 cêntimos. Hoje, mais de $4 por galão, com uma inflação de 1.870%.
Vejamos outro exemplo. Uma casa custava, em 1959, uma média de $14.100. Hoje, a mesma casa de preço médio custa $213.000. Por acaso? Nem pensar; planeado com antecedência.
Uma coroa dentária costumava custar $40. Hoje, custa $1.100. Uma inflação de 2750%. Um gelado custava 5 cêntimos. Vocês lembram-se desses tempos, em 1950. Hoje, $2.50 pelo mesmo gelado. Inflação de 4.900%. Em média, o prémio mensal de um seguro governamental da Medicare para idosos custava $5.30 em 1970. Hoje, são $93.50. Inflação de 1.664%.
Há várias gerações atrás, uma pessoa trabalhava 1,4 meses por ano de forma a pagar o imposto sobre rendimentos do governo federal. Hoje, trabalham 5 meses de forma a pagar o mesmo imposto.
O que estou a tentar dizer? Muito bem, aqui está mais uma vez. Espero que esteja a começar a compreender a mensagem porque a única forma de lhe dizer o que me disseram que vai acontecer nos próximos 12 meses é dar-lhe o resto da história, de modo a perceber o grande esquema.
O ano era o de 1960. Levei o meu veículo a uma estação de serviço. Não uma bomba de gasolina. Repare atentamente na minha escolha de palavras. Levei o meu veículo a uma estação de serviço. Um empregado sai da estação de serviço e pergunta “em que posso ajudar?”, e eu digo “encha o depósito.” Ele coloca a mangueira no depósito e, enquanto este enche, verifica a pressão dos pneus, levanta a capota, verifica o óleo, lava o pára-brisas, vem ter comigo de volta e diz-me que são 35 cêntimos por galão.
Ora, nesse ano, um galão eram quatro quartos. Lembrem-se, gasolina, quatro quartos para um galão em 1960. 2008, 2009, vou a uma bomba de gasolina (já não é uma estação de serviço, não há empregado, não há dinheiro para os manter); saio do meu carro, coloco o meu cartão de crédito na bomba, e ponho a minha própria gasolina: bem mais que $4 por galão. Ora, ainda são 4 quartos por galão. A gasolina não mudou em absolutamente nada. Já viu que está a pagar proporcionalmente hoje, por um galão de gasolina, exatamente a mesma coisa hoje que pagava em 1960 de acordo com o poder de compra do dólar Americano? A gasolina não mudou nada! Ainda são quatro quartos por galão. A única coisa que mudou foi o valor da moeda, as notas da Reserva Federal que utiliza para pagar a gasolina!
Está a começar a compreender? Está a dizer que tudo isto é planeado? Pode acreditar que é. Estão a destruir o valor do dólar Americano para que outras nações NÃO o utilizem! Isto pode ser chocante. Espero que já tenha considerado isto antes. Ouviu o que eu disse, que as outras nações NÃO o vão utilizar? É isso mesmo!
Porquê? Actualmente, a moeda padrão do mundo é o crude. Não é o dólar. Costumava ser. Dizia-se “tão forte como o dólar”. Não mais. Hoje a moeda padrão do mundo de hoje é o petróleo em bruto. Não é o ien, nem o rublo, nem a libra, nem o dólar. É o crude. Preste atenção para onde vai o crude e verá para onde vão todas as moedas do mundo.
Ora, se conseguem destruir o dólar e impedir que seja utilizado para a venda e troca de petróleo em bruto, podem destruir o valor do dólar, e podem transformar a América num país de terceiro mundo de segunda categoria, e é exactamente isso que estão a fazer ao trazer todo o mundo para o mesmo nível, e é tudo feito através de um plano pré-elaborado.
Houve uma altura em que o dólar era tão sólido que todos os países podutores de petróleo no mundo utilizavam o dólar como método de venda e troca de petróleo em bruto. Tal já não acontece. O mundo de hoje está a desistir do dólar a um ritmo tão rápido que é assustador.
Deixem-me dar-vos um exemplo. Isto aconteceu nos últimos meses. Vejamos as palavras “moeda de reserva.” O que é uma moeda de reserva? Uma moeda de reserva é a moeda que as nações guardam para tempos difíceis, para uma altura mais atribulada. Talvez durante a guerra. Seja o que for. Você tem uma moeda de reserva. Muito provavelmente, chama-se uma conta poupança.
Provavelmente não fará isto tendo em conta o que se passa no mundo bancário de hoje, mas digamos que vai ao seu banco e diz “quero colocar algum dinheiro numa conta poupança.”Abre a conta e guarda-o lá para tempos difíceis. Chama-se a isto uma moeda de reserva. Sempre que precisar, pode ir ao banco e levantar este dinheiro. Mas, para já, deixa-o ficar lá.
As nações fazem o mesmo: têm uma moeda de reserva. Desde que me lembro – e já não sou propriamente jovem - o dólar Americano sempre foi utilizado por todas as nações à face da terra como moeda de reserva. Podiam depender dela quando o resto fosse por água abaixo: podiam depender do dólar Americano. Isso já não acontece.
Agora o dólar foi desvalorizado ao ponto do mundo ter um medo terrível da nossa dívida de $9,345 biliões – parece que vai ultrapassar os $10 biliões em breve – estão a ficar assustados com isto. Não confiam nos nossos Bilhetes do Tesouro, não confiam mais no nosso crédito, e então, o que está a acontecer? O mundo já não está mais a usar o dólar Americano como a sua moeda de reserva. Estão a usar outras moedas nas quais se possam apoiar em tempos difíceis.
Deixe-me enumerar as nações que, nos últimos seis meses, deixaram de utilizar o dólar americano como moeda de reserva. Quando o dólar americano já não é utilizado como moeda de reserva, o que acontece ao dólar americano? Deixar de estar em circulação como estava anteriormente. Já não é utilizado como apoio.
Pense nisto um pouco: quando estas nações já não utilizam o dólar como moeda de reserva, significa que não comprarão os nossos bilhetes de tesouro, não compram os juros da nossa dívida nacional, já não vão aos nossos leilões da Reserva Federal ou desejam o dólar como sempre fizeram.
Aqui está: aqui estão as nações que, nos últimos 6 meses, deixaram de utilizar o dólar como moeda de reserva: China, Kuwait, Suiça, Ecuador, Síria, Líbia, Coreia do Sul, Argentina, Irão, Rússia, Malásia, Brasil e alguns países dos Balcãs.
Isto assusta-o? Espero que sim. Espero que o faça aperceber-se do facto de isto estar a ser planeado com antecedência. Foi planeado há anos. Sabiam exactamente o que iam fazer.
Depois, no meio disto tudo, uma nação deixou o barco. Disseram que já não iriam continuar assim. “Já não utilizaremos o dólar americano para a venda e troca de petróleo em bruto.”
Supostamente, o maior campo de petróleo do mundo está na Arábia Saudita. O segundo maior campo de petróleo à face da Terra está no Iraque. E o terceiro, supostamente, é o Irão. E apenas há alguns meses atrás, o Irão disse “já não queremos mais o vosso dólar americano. Não confiamos nele. Vamos utilizar outra moeda para a venda e troca de petróleo em bruto.” E pela primeira vez desde que o crude é utilizado como o método moderno de gerir o mundo inteiro, o primeiro país a fazê-lo disse “vamos parar de utilizar o dólar americano; vamos estabelecer o nosso próprio banco.” Chamaram-lhe bolsa no Irão, e disseram “vamos estabelecer o nosso próprio banco.”
Foi o que fizeram, com sucesso, há apenas alguns meses atrás. Agora ouça os países que se juntaram ao Irão na não utilização do dólar americano para a troca e venda de petróleo em bruto. Aliás, o Irão já nem sequer permite a utilização do dólar americano no seu país. Dizem “Nem um dólar queremos sequer. Certamente não o queremos para a venda e troca de petróleo em bruto.”
Aqui está: Irão, terceiro maior campo de petróleo do mundo; mesmo atrás do Irão, Venezuela, 6% do abastecimento americano de petróleo, e disseram “Chega de dólares Americanos. Acabou”; Nigéria, 2,6 milhões de barris de petróleo em bruto por dia. Disseram “queremos outras moedas para além do dólar americano”; Bolívia; ó meu Deus! A seguir veio a Rússia. A partir de Novembro do ano passado, a Rússia igualou a Arábia Saudita em termos de produção de petróleo em bruto.
O que significa isso?
Significa apenas que se a Rússia já não utilizar o dólar americano para a venda e troca de petróleo em bruto, o que acontece ao dólar?
Depois veio a OPEP no mês passado e disse “vamos diversificar, e também já não utilizaremos necessariamente o dólar americano para a venda e troca de petróleo em bruto.”
Quando a moeda padrão do mundo é o crude, como acontece hoje, e estes países já não utilizam o dólar para a venda e troca do crude, o que acontece ao dólar? O dólar fica sem valor. Quando o dólar fica sem valor, o que acontece ao povo americano?
Compreende como isto o afecta, você que está a ver este DVD neste momento? E como tudo isto está relacionado com a sua mesa de jantar? E o que vai acontecer ao dólar quando o dólar colapsar? Quando os países produtores de petróleo mundiais deixaram de utilizar o dólar como moeda padrão para a venda e troca de petróleo em bruto, o dólar iniciou o seu colapso.
Medite nisto um pouco.
Quando é que o preço do petróleo em bruto começou a subir no seu depósito de gasolina e a manifestar-se no preço que estava a pagar pela gasolina que punha nesse depósito? Quando? Há cerca de um ano e meio, dois anos. De repente, a gasolina continua a ser um quarto por galão. Nunca mudou. O que mudou? A única coisa que mudou foi o valor da moeda com que comprava esse galão de gasolina.
Quando o dólar já não for utilizado para a troca e venda de petróleo em bruto, quando as nações do mundo já não utilizarem o dólar para tempos difíceis como moeda de reserva, o que acontece? Adivinhou: tudo planeado com antecedência; tudo. Tornaram-nos dependentes no óleo estrangeiro, e depois desvalorizaram o dólar até onde está hoje ao ponto em que os outros países não querem o dólar, o que resulta num colapso. Quando o colapso chega, o que acontece? O preço da gasolina sobe para $45 ou mais por galão na bomba de gasolina. E é tudo um resultado da desvalorização do dólar americano porque as outras nações do mundo não o querem.
E agora chegamos ao título deste DVD. Como é que eu sei que estas coisas são verdade? Precisam de compreender um pouco dos meus antecedentes, e o que vai acontecer nos próximos 12 meses.
Tudo começou quando eu estava nos meus 20 anos. Licenciei-me no colégio bíblico, e fui para a Flórida onde fui um pastor numa igreja por 12 anos. A mesma igreja, Grace Baptist Church em Hollywood, Flórida. Um dia, o Senhor disse “Lindsey, quero que vás para o Alasca como um aviador missionário.” Então, foi o que fiz. Demiti-me da minha igreja, obtive apoio e fui para o Alasca como missionário.
Tinha acabado de chegar ao Alasca, e ouvi-os anunciar que iam construir o oleoduto Trans-Alasca. O maior oleoduto alguma vez construído à face da Terra para o transporte de petróleo em bruto. 1.300 quilómetros de comprimento, 1.2 metros de diâmetro, e disseram que 25.000 trabalhadores iam convergir no estado do Alasca para construir o oleoduto.
Nessa altura, eu não sabia muito. Fui criado numa casa Cristã, num ambiente muito religioso, e de repente, sou atirado para o seio de um mundo completamente novo. Não sabia nada sobre a elite; não sabia nada da agenda do poder instalado. E como resultado, aqui estava eu, posto de repente num ambiente completamente novo.
Bem, lembro-me que fui até à Alyeska pipeline service company e disse “não precisam de um capelão no oleoduto Trans-Alasca?”, ao que disseram “Bem, não saberíamos o que fazer consigo; nunca tivemos um capelão no oleoduto.” Então, voltei uma e outra vez; parece que a persistência teve resultados, e finalmente disseram “tudo bem, dar-lhe-emos os sete campos de trabalho do Norte, desde a Baía de Proudeau até ao Lago Galbraith; vá até lá e veja o que pode fazer.”
Foi o que fiz. E cerca de seis meses mais tarde – decerto pensavam que eu me teria demitido – mas cerca de seis meses mais tarde, o senhor R.H. King, relações pessoais da Alyeska, abordou-me e disse “está a poupar-nos milhares de dólares em taxas de aconselhamento. Não fazíamos ideia do valor de um capelão no oleoduto.” Ele disse “acabámos de votar e vamos conceder-lhe estatuto executivo.” Eu disse “Senhor King, o que que quer dizer com isso?” Ao que ele disse “bem, pode ir onde quiser, ver o que quiser”, e disse “dar-lhe-emos o seu próprio veículo, e poderá viajar como quiser”; disse “pode ficar nos dormitórios executivos quando estiver na Baía de Proudeau.” E eu disse “bem, isso é muito simpático da sua parte”, ao que ele disse “gostaria de o convidar a estar presente nas nossas reuniões de conselho como conselheiro de forma a ajudar as relações entre a gerência e os trabalhadores.”
Eu não fazia a mínima ideia daquilo em que me estava a meter.
Se alguém me tivesse perguntado, quando fui para o Alasca, “Lindsey Williams, acredita que há um grupo de pessoas à face da Terra que controla o mundo?”, eu ter-me-ia rido e dito “quem é você, um John Birch?”. Se alguém me tivesse perguntado, três anos mais tarde, após a minha experiência no oleoduto Trans-Alasca e após viver com as pessoas que são donas do mundo inteiro, após sentar-me com a elite que estava a planear todas estas coisas de que falei; se alguém me tivesse perguntado “Capelão Williams, acredita que há um grupo de pessoas à face da Terra que diz ao presidente o que fazer? Que dizem ao congresso quais projectos lei podem passar? Que dizem aos árabes em qualquer dia do ano o que vão receber por um barril de petróleo e que controlam as moedas do mundo?” eu teria dito “não só acredito, como me sentei com eles e os ouvi falar de tudo isso.”
Como resultado, pela providência de Deus, não há hipótese neste mundo que um missionário desconhecido e insignificante, a pilotar aviões até às florestas do Alasca se poderia ter sentado e ficado lado a lado com a elite do mundo excepto pela providência de Deus; porque eu sou apenas um homem comum, como todos os outros. Mas tive a oportunidade de conhecer as pessoas que controlam o mundo. Como resultado, quando o oleoduto Trans-Alasca acabou, achei ter a obrigação moral de dizer ao mundo o que sabia. Então, escrevi o meu livro, The Energy Non-Crisis. Dei nomes, datas e locais e falei das pessoas que conheci. Falei sobre as coisas que poderiam querer ser ditas e poderiam não querer ser ditas.
E aqui estou, 35 anos mais tarde. Avisei o mundo há 35 anos atrás, “vão pagar o que estão a pagar hoje na bomba de gasolina por um galão de gasolina.” Tentei avisar as pessoas, há anos atrás, que a elite controla o mundo, e que isto não é uma conspiração. Já fui apelidado de conspiracionista várias vezes. Não sou. O meu livro, The Energy Non-Crisis: perguntaram-me no outro dia, “Lindsey, porque não tem um glossário no seu livro, onde nos diga onde vai buscar a sua informação?” A maioria dos autores tem um glossário no fim do livro, e no glossário listam referências sobre onde arranjaram o seu material. Eu disse “a razão para não ter um glossário no meu livro é porque não fui ler o livro escrito por outra pessoa e depois escrever sobre ele e dizer o que pensava que eles estavam a dizer. Não fui buscar matéria daqui e dali.” Disse “a minha história é a história que eu vivi. Relato, nos meus seis livros, e escrevi seis, Energy non-crisis foi um sucesso de vendas e digo naquele livro apenas o que vivi e experienciei e vi em primeira mão; e agora, 35 anos mais tarde, tenho tentado dizer às pessoas que os elitistas do mundo iriam causar a queda da América para ficar ao nível de um país de terceiro mundo. Tentei avisar-vos que o dólar americano vai colapsar. Fiz tudo o que estava no meu poder: falei em cada estado da América excepto o de Maine, discursei em muitos países estrangeiros, e estive em milhares de programas de rádio.
E durante estes 35 anos, tentei de todas as formas possíveis dizer aos Americanos o que está a acontecer hoje, e alguém me disse no outro dia, um apresentador de um programa de entrevistas; ligou-me e disse “Lindsey, como estão as coisas?”, e eu disse-lhe, e ele disse “Lindsey, você foi a primeira pessoa alguma vez a vir ao meu programa e afirmar que o preço da gasolina iria para os $3 e $4 por galão.” Disse “tudo o que você disse nos últimos anos aconteceu exactamente como você afirmou.” Eu respondi “não sou nenhum profeta. A única razão pela qual sabia estas coisas é porque conheço as pessoas que o estavam a fazer. Disseram-me há anos o que iam fazer, e ainda mantenho contacto com alguns deles.”
Tenho que admitir a vocês que por duas vezes, nestes 35 anos, fui ameaçado. E as pessoas disseram “pode dizer isto, mas não pode dizer aquilo.” Bem, recentemente, recebi a mais alarmante chamada que tive em toda a minha vida. No outro lado da linha estava uma pessoa que eu conhecia. Conheci-o bem há uns anos atrás. Não o via há muito tempo. Saudou-me ao telefone e eu disse “Bom ouvi-lo.” Ele disse “Lindsey, você foi longe demais.”
Há anos que sei que existe um limite. E sabia que se passasse esse limite, estaria em sarilhos. Também sabia que se me aproximasse desse limite e não o passasse, que tudo ficaria bem. Bem, eu fi-lo. Parece que o ultrapassei. E esta pessoa disse “Lindsey, há certas coisas que já não pode dizer. Pode dizer isto e isto e isto, e já não pode dizer mais isto e isto e isto.” Bem, quando ele me falou qual era a alternativa se eu continuasse a dizer essas coisas, decidi que a melhor coisa a fazer seria parar de o fazer. Então eu disse “Certo, nas próximas 24 horas, encerrarei o meu website. Não mais vou disponibilizar o meu DVD Energy Non-Crisis.”
E foi o que fiz. Mantive a minha palavra. Fiz exactamente o que me tinham solicitado. Afinal de contas, não se discute nunca com a elite. Nem mesmo o presidente dos EUA, ou um membro do congresso.
Sabem, de qualquer forma os congressistas estão comprados, pelo que quando lhes dizem para fazer algo, fazem-no. Porque acha que saltam tão rápido? Bem, porque sabem qual é a alternativa se não o fizerem. Então foi o que fiz, fiz tudo o que me disseram. Em 24 horas, estava tudo cumprido.
Decidi... a chamada telefónica tinha corrido bastante bem e decidi que... bem, é altura de fazer algumas perguntas. E ainda bem que o fiz. O indivíduo no outro lado da linha era muito amigável. Tornou-se amigável quando concordei fazer o que me disseram para fazer. Perguntei sobre isto e aquilo, a sua vida passada, onde tem andado nos últimos anos. Por esta altura, o indivíduo tornou-se muito cordial, pelo que decidi que era altura de fazer mais perguntas e ver se me responderia. Eu disse “já agora, o preço do petróleo bruto está mesmo a afectar a economia dos EUA. E as pessoas estão a sofrer na bomba de gasolina com o preço a que está.” Perguntei “importa-se de me dizer até onde isto vai?”
Muito bem, você pediu. Esse é o motivo pelo qual adquiriu este DVD. É a razão pela qual o está a ver neste momento. Quer saber o que vai acontecer nos próximos 12 meses. Então eu vou dizer-lhe. Porque me foi dada permissão para o fazer. Nunca me atreveria a dizê-lo se não tivesse telefonado primeiro e perguntado se o podia fazer. E foi o que fiz.
Então aqui está. Você vai pagar mais no posto de abastecimento pelo galão da gasolina. Aliás, até ao final dos próximos meses, vai provavelmente pagar mais $1 por galão. Até onde vai? Este indivíduo não disse até que valor iria chegar, mas presumo, pelo que me foi dado a conhecer, que $150 ou até mesmo $200 não seja um exagero. Vai chegar a esses valores.
Mas depois, algo tão chocante que deve pensar bem nisto. Por esta altura, este indivíduo disse que o preço por barril do petróleo em bruto vai chegar aos $50 por barril. Eu sei, foi precisamente o que o apresentador de rádio me perguntou no outro dia quando me ligaram e perguntaram se eu estaria no programa dele e eu disse “não posso.” Ele disse “desculpe?”, e eu disse $50 por barril. Ele disse “espere, tem a certeza do que está a dizer?”
Vocês pensem nas ramificações disto. Donde está agora até aos $50 por barril. Sabem o que isso vai fazer ao mundo? “Ah”, diz você, “isto é óptimo; isso vai fazer com que o preço da gasolina desça até aos $2.50 por galão!” Espere um minuto! Tem de pensar para além desses $2.50 por galão. A primeira questão que coloquei foi, por isso, “$50 por barril? Como?”
Sim, claro. É tudo planeado, já em progresso. Como é que o vão fazer? Prepare-se. Espero que já esteja a pensar nisto. Por esta altura, espero que já esteja sentado na ponta da sua cadeira. Ele disse “vamos apresentar dois enormes campos de petróleo no mundo.” Vocês pensariam imediatamente, “vão fazê-lo nos EUA.” Não, não é na América. Nenhum deles é na América. E eu perguntei “está a dizer que vão inundar o mundo com petróleo barato e baixá-lo para $50 por barril?” “Sim.” E eu perguntei “pode dizer-me onde ficam esses campos petrolíferos?” e ele respondeu “não me importo nada.”
Amigos, já está planeado! Já está em progresso! A elite do mundo já declarou que o vão fazer. É algo que foi planeado com antecedência. Ele disse “vamos apresentar um campo petrolífero na Indonésia e um no norte da Rússia.”
Pense um pouco nisto. No dia seguinte a esta conversa, o presidente da Exxon Mobil disse nas notícias a nível nacional que “o petróleo em bruto deveria ficar pelos $50 por barril.” Como é que ambas estas pessoas o sabem? Porque é que o disse nas notícias nacionais? Eles dizem-nos com antecedência tudo o que vão fazer. Só que o americano comum não sabe como compreender o jargão deles. Então ele disse que vai até aos $50 por barril. Isto não é nenhum segredo. O presidente da Exxon Mobil – e no ano passado, a Exxon lucrou mais que qualquer empresa à face da Terra e na história do mundo - e o presidente da Exxon Mobil disse-o nas notícias nacionais! Nos EUA, isto foi ouvido por milhões de pessoas. Ele disse que o preço do petróleo em bruto deveria ser de $50 por barril. [39:21]
Como é que ele sabe? A América manter-se-á dependente do estrangeiro em termos de petróleo. Não abrirão campos petrolíferos nos EUA. Abrirão outros campos petrolíferos. E então eu perguntei “como é que o vão fazer?” Quem me dera ter uma data. Quem me dera poder dizer quando o vão fazer, mas não sei. Mas posso dizer-vos isto: não vão permitir que os enormes campos petrolíferos que sabemos existirem na América sejam abertos porque querem-nos manter dependentes do petróleo estrangeiro e levar o dólar americano ao colapso.
Então, no dia seguinte ao que foi dito pelo presidente da Exxon Mobil, o presidente retirado da Shell – e aqui vou dar-vos uma data, podem investigar por vós próprios - o presidente retirado da Shell Oil disse no Wall Street Journal – isto não é o Lindsey Williams a falar. Mas confirma o que me foi dito apenas uns dias antes, ele disse, no Wall Street Journal de segunda-feira, 2 de Junho, vá e confirme, “a América necessita de uma nova política energética.” Mas não disse qual era.
Já agora, ele vai trabalhar para o Presidente dos EUA, no seu gabinete. Que tipo de política energética vão desenvolver? Vão desenvolver uma política energética já planeada. A questão que pus a seguir foi “porque vão baixar o preço do petróleo até aos $50 por barril?”
Estão preparados? Espero que estejam a reflectir nisto. Vão voltar atrás e pensar nisto imensas vezes depois de o verem acontecer. Porque a primeira coisa que os americanos pensam é “$2.50 por galão na bomba de gasolina!” Vai bem mais fundo que isso. Pensem um pouco. Em 1984, quando me foi dito que o preço de petróleo iria dos $32 para os $10 por barril, que consequências trouxe para o Médio Oriente? Exactamente. Construíram a sua economia com os $32 por barril. E quando desceu para os $10 por barril, isso devastou os árabes; devastou o Médio Oriente.
Quando o barril de petróleo for de onde está hoje para os $50 por barril, o que vai acontecer? Vai destruir os árabes. Vai destruir a economia do Médio Oriente. Então, a primeira coisa que me ocorreu foi..., disse-lhe: “Aquela bela cidade de cinco estrelas que estão a construir no Dubai. O que lhe vai acontecer?”
Bem, vou defini-lo com as minhas próprias palavras. As minhas palavras são: uma cidade fantasma. Ele explicou-me de outra forma. Disse-me “Lindsey, você não compreende a mentalidade árabe”. Eu disse “como assim?” Então ele durante dez a quinze minutos, explicou-me como o mundo árabe pensa.
Sabem, a América, no passado – o dólar Americano era a moeda padrão do mundo. No passado, dizia-se “forte como o dólar”. A certa altura, quase todas as nações do mundo utilizavam o dólar americano como a sua moeda de reserva. O que está a acontecer hoje? As nações preferem já não utilizar o dólar como moeda de reserva. Não o usam mais para a venda e troca de petróleo em bruto, excepto certas nações. E então, o que estão a fazer? Estão a pôr a América de rastos. Estão a destruir o vosso estilo de vida e o meu, tudo a partir de um plano pré-elaborado. Acham que eles teriam algum escrúpulo em fazer o mesmo aos árabes? Foram eles que os fizeram. Há 100 anos, eram nómadas a vaguear os desertos nos seus camelos. O que são hoje? São as pessoas mais ricas à face da Terra. Porque não haveriam de fazer o mesmo a eles que fizeram à América? Afinal de contas, destroem-nos, voltam costas e tornam outras nações as mais poderosas à face da Terra. [43:45]
Portanto, lembrem-se das minhas palavras: vão assistir a uma destruição da cultura árabe a partir de um plano já elaborado. E quando levarem o petróleo aos $50 por barril, o que vai acontecer? Este homem disse-me “há algo que nos incomoda muito.” Disse “o Irão.” Têm visto o Irão nas notícias ultimamente? Ele disse “O Irão incomoda-nos mesmo.” Perguntei porquê e ele disse-me “porque se está a tornar a nação mais rica à face da Terra. O Irão tem de ser eliminado.” Porquê? Afinal de contas, está a tornar-se poderoso demais. Eles resistiram aos internacionalistas. Deixaram, com êxito, de utilizar o dólar Americano.
Bem, lembrem-se das minhas palavras – e isto é apenas uma previsão tendo em conta aquilo que ele disse, apesar de não ter dito o que iam fazer - mesmo antes das eleições, algo vai acontecer. Não sei o que vai ser. Não sei se vão ter sucesso e levar o barril até aos $50 antes das eleições ou não. Duvido. Provavelmente levarão mais tempo para trazerem aqueles dois campos petrolíferos. Mas mesmo antes das eleições, algo vai acontecer, pois este indivíduo disse-me, “John McCain é o nosso homem. Ele vai ser o próximo Presidente dos EUA. Se tiverem sucesso, o John McCain vai ser o próximo Presidente dos EUA. Já está planeado.
Quais são as ramificações disto? Faz ideia do que vai acontecer quando o mundo árabe colapsar porque o petróleo vai para os $50 por barril? Sim, provavelmente verá um galão de gasolina a $2.50 na bomba de gasolina aqui na América, mas faz ideia do que vai acontecer quando os Árabes já não comprarem os nossos Bilhetes do Tesouro, que compraram a nossa dívida e os juros dessa dívida de 9 ou 10 biliões de dólares, e quando mais ninguém vier comprar os títulos e Bilhetes do Tesouro e obrigações da Reserva Federal?
Consegue compreender o que vai acontecer ao dólar americano e à economia dos EUA? Vai desejar que a gasolina esteja a $4 e $6 na bomba de gasolina, e sim, que volte ao que está agora, em vez do colapso do dólar americano, porque não haverá nada que possa comprar com ele.
Uma pessoa disse-me no outro dia, quando eu disse que o dólar americano iria colapsar, “nunca”; disse “nunca permitiríamos que tal acontecesse.” Estava no Panamá a discursar num seminário nessa altura, e este indivíduo disse “nunca permitiremos que tal aconteça”; eu disse “sim, vão permitir.” Ele disse “quando?” e eu respondi “quando tiverem de levar um carrinho de mão cheio de dólares americanos à mercearia para comprar pão, vão implorar por uma nova moeda.” E eles dar-vo-la-ão. Estarão na porta, à espera, a Reserva Federal, para vos dar uma nova moeda com provavelmente algo em troca.
Quais são as ramificações de petróleo bruto a $50 por barril? Irá ser devastador, catastrófico. Irá literalmente destruir o mundo árabe como o conhecemos hoje, e a moeda de reserva do dólar americano irá colapsar totalmente o dólar porque o mundo não irá precisar dele. Os Árabes e outros países irão optar por deixar o dólar; irão comprar ouro, prata, terra, irão comprar tudo o que puderam; irão desfazer-se do dólar no mercado mundial da noite para o dia, e o resultado será você a desejar um estilo de vida diferente daquele que tem agora, devido à posição em que estará.
Estão a perceber o que está planeado para vós e para mim? Para a América? Este indivíduo disse-me, “a certa altura, a América irá ser testemunha de um colapso financeiro.” E ele disse que será tão severo que serão precisos anos para que a economia americana recupere.
Estão a ver, está tudo planeado. Quando devastaram o mercado imobiliário, começando há 15 anos com a Option ARMs e apenas os juros, e “compre essa casa nova e retire os encargos da sua casa actual.” Quando desvalorizaram o dólar americano e o Irão estabeleceu a sua bolsa, tudo isto foi mais um passo para levar a América ao ponto a que queriam, ao colapso financeiro.
Nos próximos anos, lembrar-se-á deste DVD que está a ver agora e dirá “Lindsey, você contou as coisas tal como iriam acontecer durante 35 anos, como disse aquele apresentador no outro dia.” E eu direi “Uh-Uh, sou apenas uma pessoa comum, tal como você. E foi apenas pela providência de Deus que fiquei a conhecer a elite, as pessoas responsáveis por esses acontecimentos. E eles dizem-me quais são os seus planos. E eu simplesmente vos transmito essa informação.
Houve alturas em que se riram de mim nos programas de rádio. Bem, nos últimos 5 ou 6 anos, não houve um único riso. Porquê? Porque tudo o que a elite me disse há anos atrás aconteceu exactamente como o disseram. E agora estou a tentar avisar-vos, para que possam fazer algo quanto a isto. E tudo nos leva à única coisa em que podem confiar.
Quando tudo o resto falha, há sempre uma coisa neste mundo que é verdade: é a Palavra de Deus, a Bíblia. E a Bíblia diz, em João 8:32: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos aterrorizará.” Não, não é nada disso que a Bíblia diz. O que diz a Bíblia? A Bíblia diz “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” Se querem levar estas coisas a sério, se sabem o que eles vão fazer, a verdade vos libertará. [49:55]
Então, vou oferecer-vos algumas sugestões, se me é permitido, baseadas nos meus muitos anos de vida, baseadas em conhecer a elite e em viver com eles durante algum tempo. Recomendo seriamente que ponha a sua casa espiritual em ordem. Imediatamente. Se não sabe onde está, espiritualmente… sabe, uma casa construída sobre uma rocha manter-se-á; uma casa construída em areias movediças… as fundações serão levadas quando vierem as enchentes.
Eu, pessoalmente, Lindsey Williams, sou um cristão nascido de novo. Confio em Jesus Cristo como meu Salvador. A Bíblia diz, em João 3:16, “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigénito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
Recomendo muito vivamente que leia Romanos, Capítulo 10 na Bíblia, versículos 8-13, e descobrirá como resolver a sua posição espiritual com o Senhor. Mas devo citar mais um versículo, em Efésios, capítulo 2, versículos 8 e 9; a Bíblia diz: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie.”
Não a pode comprar. Não há maneira de que alguma vez podesse comprar a sua salvação. Mas pode tê-la de graça se se arrepender dos seus pecados e colocar a sua fé em Jesus Cristo como seu Salvador. Leia a Palavra de Deus e deixe que ela se transforme na parte mais importante da sua vida. Mantenha a sua casa na rocha sólida de Jesus Cristo, e saiba a Palavra de Deus, e saberá manter-se de pé quando estas coisas acontecerem. E não destruirá o seu lar, e a sua família manter-se-á unida.
Porque há planos em preparação pela elite para nós. E lembrem-se das minhas palavras daqui a um ano quando vir isto acontecer. O que vai acontecer nos próximos 12 meses? É o que vos tentei dizer.
Portanto, e tendo isto em consideração apenas mais umas poucas sugestões. Plante um jardim. Sim, é algo simples. Mas ficará surpreso com o quão contente ficará por o ter feito. Saia do endividamento. Não diminua mais o património líquido da sua casa. Veja-se livre da dívida e endireite a sua vida. Ouça o jargão deles. Isto é tão importante.
Código moral da elite
Uma das primeiras coisas que aprendi quando vivi com a elite foi ouvir o seu jargão. Não sei explicar, mas digo-vos que a elite tem um código moral. Compreendam que fui pastor da Igreja durante mais de 12 anos antes de ir para o Alasca como missionário, pelo que tive muitas experiências de aconselhamento; tirei psiquiatria na universidade, e tenho um bacharelato em Bíblia. Com isto tudo, tive de aprender a analisar pessoas, e como tal tive oportunidade de me sentar na mesma mesa com a elite do mundo e a viver em dormitórios com eles, e tive oportunidade de ouvir tudo o que tinham a dizer.
Têm um código moral. Estas pessoas não são perversas. Têm um código moral. Deixem-me dizer-vos uma coisa sobre o seu código moral: é-lhes exigido que – e têm um código moral diferente do código moral da Bíblia, em geral, a maioria – mas, no seu código moral, devem dizer-vos tudo o que vão fazer. São obrigados pelo deus deles a dizer-vos o que vão fazer.
Foi o que fizeram. Deixem-me dar-vos um exemplo (irá lembrar-se disto): Nova Orleães, Luisiana. Katrina. Duas semanas antes do Katrina, o que viu na televisão? Correcto, foi um filme. Foram eles que o prepararam. O que era? Chamava-se Oil Storm [Tempestade Petrolífera]. Tenho uma cópia do filme aqui comigo. Sim, adivinhou. O que fizeram no filme? Disseram-lhe tudo o que iam fazer. Mostraram-no na TV por cabo, mostraram-no em muitos dos canais na América. Foi um filme de uma hora, e num padrão quase idêntico ao padrão que o furacão seguiu, e tudo o que aconteceu. Disseram-lhe com duas semanas de antecedência aquilo que iam fazer.
E vocês dizem-me, “quer dizer que estas pessoas têm um código moral?” Sim, claro que têm. Se conseguir aprender a escutar os seus jargões: Nova Ordem Mundial. Acha que isso significou algo? Pode acreditar que significou algo para o pai Bush. “Leia os meus lábios.” O que vos estava a dizer? Estava a dizer-vos para escutarem o que estava a dizer. “Mil pontos de luz.” Ele disse-vos tudo o que ia fazer. Sabia interpretar o que ele dizia? Não. E eu sabia? Claro. Vivi com eles durante três anos. Sei como analisar esta gente. [55:10)
Vamos voltar atrás um pouco. Estas pessoas não são ateias. Constatei que alguns deles eram pessoas com grande moralidade. Nunca os vi embebedar-se. Poucos dos que vi fumavam. Viviam com grande moralidade. Isto foi assim desde o princípio.
Lembre-se que no princípio havia dois rapazes; os dois primeiros que nasceram, um foi chamado de Caim, o outro de Abel. O que fizeram quando ficaram um pouco mais velhos? Ambos veneravam Deus. Ambos construíram um altar. Ambos trouxeram sacrifícios perante Deus. Ora, a Bíblia diz que Caim era o filho da perdição, o filho do Diabo, e que Abel era um adorador do Deus vivo e verdadeiro; mas ambos eram religiosos.
Estas pessoas eram religiosas. Deus abençoe a América! Quantas vezes ouviu isto nos últimos 8 anos? Estas pessoas são muito religiosas! Claro que são!
Sabem, Caim também era. A única diferença era que Caim trouxe a mais bela oferta que possam imaginar. Trouxe flores, e ervas, e fruta, e colocou tudo isto no altar, e ofereceu-as a Deus como sacrifício. O que trouxe Abel? Abel trouxe um cordeiro, e matou-o. Cortou a sua garganta. O sangue correu. A Bíblia diz que sem derrame de sangue não há perdão pelos pecados. A Bíblia diz que Jesus Cristo morreu na cruz e pagou o sacrifício supremo para poder salvar a sua alma e a minha. E Abel sabia-o. E por isso trouxe um sacrifício que Deus pudesse aceitar. [57:03]
O que fez Deus com Caim? Deus disse “Caim, não posso aceitar o teu sacrifício. Estás a tentar chegar lá pelas obras. Estás a tentar fazê-lo através da religião. Estás a tentar fazê-lo através das boas acções. Estás a tentar fazê-lo ao juntares-te à igreja. Não estás a tentar chegar aqui pela graça de Deus. Não estás a confiar em Mim através da fé.”
Lembram-se daquele verso de há pouco? “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós” [57:30]
Não pode juntar-se a isto e fazer isto e aquilo para chegar ao céu. Como encontra a salvação? Encontra-a através do método que Abel apresentou perante Deus, Aquele que pagou o sacrifício na cruz há 2000 anos atrás para comprar o seu resgate e o meu. E, repare, ambos eram religiosos. Também a elite o é. Costumavam vir aos meus serviços religiosos na Baía de Proudeau. Claro que sim. Via-os sentados na plateia.
Eu sabia quem eram; eles conheciam-me. E um deles disse-me um dia, “Capelão, agradecemos tudo o que fez por nós lá em cima. Deus o abençoe e ao seu trabalho! Deus abençoe a América!”
Caim. O perfeito Caim. Obras, obras, obras. Como se encontra a vida eternal? Encontra-a através da graça de Deus. Arrependa-se dos seus pecados e coloque a sua fé no que Cristo fez por si na cruz. Aqui está Caim, aqui está Abel. Aqui estão os elitistas, aqui está um cristão nascido de novo. Uma imagem perfeita desde o princípio.
Congresso dos EUA
E hoje em dia vemos a mesma coisa. A maioria dos políticos são comprados e pagos. Há uns poucos que não o são.
Deixe-me dar-lhe um exemplo. Consegue imaginar trabalhar para uma empresa que tem pouco mais de 500 empregados e eles têm as seguintes estatísticas nos seus registos – vai gostar desta - imagine, 500 empregados; consegue imaginar trabalhar para esta empresa, tendo ela estas estatísticas? 29 foram acusados de abuso conjugal; 7 foram presos por fraude; 19 foram acusados de passar cheques sem cobertura; 117 levaram à falência, directamente ou indirectamente, pelo menos dois negócios; 3 já cumpriram pena por assalto; 71 não podem obter cartão de crédito por terem um crédito mau; 14 foram presos por queixas relacionadas com droga; 8 foram presos por furtos em lojas comerciais; 21 são atualmente réus em processos civis; 84 foram presos por conduzir embriagados no último ano. Quereria trabalhar para uma empresa assim? Sabe quem é? Adivinhou (…) Nada menos do que o Congresso dos Estados Unidos da América.
Surpreendente? Vá você próprio conferir nos registos. Bem, não posso deixar de mencionar esta. Se tivesse vivido em 1929 imediatamente antes da Grande Depressão, digamos em 1928, e tivesse conhecimento que em 1929 a Grande Depressão iria ter lugar, teria feito algo para se preparar? Claro que sim.
Se tivesse vivido na Europa antes da 1ª e 2ª Guerras Mundiais e tivesse sabido que elas iriam ter lugar, teria ficado lá? Não. Se tivesse trabalhado nas Torres Gémeas antes do 11 de Setembro e soubesse que em 11 de Setembro as Torres Gémeas iriam desmoronar, teria ido trabalhar nessa manhã?
Se tivesse vivido em Nova Orleães mesmo antes do Katrina e tivesse sabido o que ia acontecer, teria ficado lá? Bem deixem-me resumir de uma última forma. Se tivesse vivido há 2000 anos atrás, mesmo antes do nascimento de Jesus Cristo na manjedoura de Belém e soubesse qual a noite exacta e o local exacto onde o Salvador do mundo iria nascer, ter-se-ia juntado àqueles pastores nessa noite?
Tentei dizer-lhe, da melhor forma que sei, tentei informá-lo sobre o que vai acontecer nos próximos doze meses. Agora é consigo. Vá e faça algo sobre isto e penso que a sua mesa de jantar pode esperar, você pode colocar a sua casa espiritual em ordem neste momento, mesmo em frente da sua televisão ao ver este vídeo, de joelhos. Você pode resolver a situação. Portanto, valha o que valer, isto é o que recebi da élite, que se pode esperar que venha a acontecer nos próximos doze meses neste mundo.
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Por: Celia | 03Out2011 23:15:05
O que vc acha disto:SOBRE A ATUAL BATALHA CONTRA OS ILLUMINATI
http://holosgaia.blogspot.com/2011/10/sobre-atual-batalha-contra-os.html
Gostaria de mais informações.
Celia









