desfaço os sinais dos inventores de mentiras, e enlouqueço os adivinhos

O New York Times admite abertamente que planos terroristas domésticos são idealizados pelo FBI | 20Mai2013 19:19:42

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Parece que o FBI está a conseguir evitar um grande número de ataques de terror ultimamente, talvez seja porque a própria agência é pelo menos parcialmente responsável por urdir os complôs. Isso faz com que alguns observadores políticos se questionem sobre se as estratégias do FBI estão a fazer o melhor uso dos limitados recursos contra terroristas da nação.

Nos últimos meses, agentes do FBI prenderam pessoas suspeitas que estavam planejando uma série de ataques terroristas, desde disparar mísseis Stinger contra aviões militares até lançar furgões carregados de explosivos em eventos lotados. Mas estes casos surpreendentes poderiam não ter nunca sido feitos se o próprio FBI não estivesse a planejar os ataques.

Alguns destes casos foram retratados recentemente numa coluna de opinião no New York Times, que observou que os chamados complôs foram criados por uma agência que parece estar a funcionar como se a nação esteja tão desprovida de ameaças legítimas que precisa de fabricar algumas, a fim de parecer relevante.

Aguentando escrutínio legal, mas ainda assim questionável

Considere o caso do estudante universitário de Oregon, Mohamed Osman Mohamud. Ele pensou em utilizar um carro-bomba para atacar uma cerimónia muito concorrida de iluminação de árvore natalícia em Portland. O FBI deu-lhe um furgão cheio de explosivos inertes consistindo de alguns detonadores reais, mas inativos, e seis tambores de 55 galões, juntamente com um galão de combustível diesel. Até mesmo quem dirigia o furgão era um agente do FBI. Quando Mohamud ligou para o número de telemóvel que era suposto provocar a explosão, nada explosivo aconteceu, exceto que ele foi preso.

Estava Mohamud considerando seriamente um ataque antes do envolvimento do FBI? Se fosse assim, poderia ele tê-lo preparado por si mesmo? Estava ele trabalhando com alguma outra pessoa que o FBI não saiba e que possa ser uma ameaça mais lelgítima?

É difícil dizer. Obviamente Mohamud estava pelo menos tendo maus pensamentos, e isso é desconcertante em si (embora não criminoso). Mas, se o FBI não tivesse fabricado um ataque, ele teria levado algo avante?

O caso de Mohamud está longe de ser o único fabricado pelo FBI, e certamente não é o único que teve poder de prova nos tribunais. Na verdade, tais operações são não apenas legais, como são também uma tática comum de contra-terrorismo empregue pela agência no mundo pós-11/9. Os acusados de terrorismo na maioria das vezes tentam reivindicar terem caído numa cilada, mas também perdem, na maioria das vezes, porque a lei diz que desde que tenham demonstrado pelo menos alguma intenção de cometer um ato terrorista, mesmo que tentados a fazê-lo por agentes secretos, eles são culpados.

Usando mesmo os fracos de espírito para fazer passar uma mensagem

"Muitas vezes", diz Dean Boyd, um porta-voz do Departamento de Justiça, "os suspeitos são avisados sobre a seriedade dos seus complôs e dado-lhes oportunidades para desistir." Mas, segundo o que a reportagem do Times indica, conversas gravadas mostram que o aviso não é sempre dado, e que em alguns casos os suspeitos são até estimulados a continuar.

Inventar este tipo de casos não é tão fácil como, por exemplo, a fabricação de uma operação à paisana, onde um suposto traficante de drogas ou traficante de armas vende a um agente disfarçado. Isso porque esses tipos de crimes ocorrem regularmente nos Estados Unidos.
Mas David Raskin, um ex-promotor federal, disse ao Times: "Não existe um negócio de terrorismo nos Estados Unidos, graças a Deus."

"Você não vai ser capaz de ir a uma esquina e encontrar alguém que já fez explodir alguma coisa", disse ele. "Assim, o objetivo é encontrar alguém que não esteja ainda envolvido com o terrorismo, mas está à procura de um terrorista de verdade que poderia proporcionar-lhe uma oportunidade."

Por vezes pode ficar com a impressão de que talvez o FBI esteja operando de acordo com algum tipo de cota de contraterrorismo. Considere um dos mais recentes casos de frustrar um ataque planejado:

De cinco dos chamados anarquistas que foram presos por supostamente planejarem destruir uma ponte em Ohio no final de abril, três deles tinham problemas de saúde mental comprovados. Um deles foi até persuadido a não cometer suicídio, em fevereiro, exatamente antes de ser atraído para participar do complô por um informante do FBI.


13 maio 2012, J. D. Heyes (NaturalNews) 

Fontes:
http://www.nytimes.com
http://www.infowars.com
http://cornellsun.com

http://www.naturalnews.com/035849_domestic_terror_plots_FBI.html








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