desfaço os sinais dos inventores de mentiras, e enlouqueço os adivinhos

O plano Coudenhove-Kalergi - o genocídio dos povos europeus | 29Mai2014 17:41:58

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A imigração em massa é um fenómeno cujas causas ainda estão habilmente escondidas pelo sistema e que a propaganda multi-cultural se esforça por representar falsamente como inevitável.

Com este artigo pretendemos demonstrar de uma vez por todas que não é um fenómeno espontâneo. O que eles querem apresentar como um resultado inevitável da vida moderna é na realidade um plano concebido à volta de uma mesa e preparado há décadas para destruir completamente o rosto do Velho Continente.

A Pan-Europa

Poucas pessoas sabem que um dos principais instigadores do processo de integração europeia foi também quem planejou o genocídio programado dos povos europeus. É um personagem obscuro cuja existência é desconhecida pelas massas, mas que a elite considera como o pai fundador da União Europeia. Seu nome é Richard Coudenhove-Kalergi. Seu pai era um diplomata austríaco de nome Heinrich von Coudenhove-Kalergi (com ligações à família bizantina dos Kallergis) e a sua mãe era a japonesa Mitsu Aoyama. Graças aos seus contatos estreitos com todos os aristocratas e políticos europeus, devido às relações dos seu pai nobre-diplomata, e movendo-se nos bastidores, longe dos holofotes da publicidade, conseguiu atrair as mais importantes cabeças de estado ao seu plano, tornando-os seus apoiantes e colaboradores para o “Projeto da Integração Europeia”. [1]

Em 1922, em Viena, ele fundou o movimento "Pan-Europa" que tem como objetivo trazer uma Nova Ordem Mundial baseada em uma federação de nações lideradas pelos Estados Unidos. A integração europeia constituiria o primeiro passo em direção a um governo mundial. Entre os primeiros apoiantes encontravam-se os políticos checos Tomás Masaryk e Edvar Benes e o banqueiro Max Warburg, que investiu os primeiros 60.000 marcos. O chanceler austríaco Ignaz Seipel e o próximo presidente da Áustria, Karl Renner, ficaram com a responsabilidade de dirigir o movimento “Pan-Europeu”. Mais tarde, políticos franceses como Léon Bloum, Aristide Briand, Alcide De Gasperi, etc. ofereceriam a sua ajuda.

Com a ascensão do fascismo na Europa, o projeto foi abandonado e o movimento pan-europeu é forçado a dissolver-se, mas após a Segunda Guerra Mundial Kalergi, graças a uma atividade frenética e incansável, bem como o apoio de Winston Churchill, da loja maçônica B'nai B'rith e grandes jornais como o New York Times, o projeto consegue ser aceite pelo Governo dos Estados Unidos. A CIA mais tarde leva a cargo a conclusão do projeto.


A Essência do Plano Kalergi

Em seu livro "Praktischer Idealismus", Kalergi declara que os habitantes do futuro "Estados Unidos da Europa" não serão os povos originários do Velho Continente, mas uma espécie de sub-humanidade, produto de uma miscigenação. Ele afirma sem rodeios que os povos da Europa deveriam cruzar-se com os asiáticos e raças de cor, para criar um rebanho multi-étnico sem qualidade e facilmente controlável pela elite dominante.

Eis como Gerd Honsik descreve a essência do Plano Kalergi:
Kalergi proclama a abolição do direito à auto-determinação e a seguir a eliminação das nações com o uso de movimentos separatistas étnicos e migração em massa. De modo a que a Europa seja controlada por uma élite ele quer transformar o povo numa raça híbrida e homogénea de negros, brancos e asiáticos. A estes mestiços ele atribui a crueldade, a infidelidade e outras características que, segundo ele, devem ser criadas conscientemente, porque elas são essenciais para alcançar a superioridade da elite. A eliminação primeiro da democracia, ou seja, do governo do povo, e, em seguida, das próprias pessoas através da miscigenação, a raça branca deve ser substituída por uma raça mestiça facilmente controlável. Ao abolir o princípio da igualdade de todos perante a lei e evitando qualquer crítica das minorias, com leis especiais para protegê-las, você vai ser capaz de suprimir a massa. Os políticos de seu tempo ouviram a Kalergi, as potências ocidentais foram baseadas em seu próprio avião  e os bancos, a imprensa e os serviços de inteligência americanos financiaram os seus projetos. Os líderes da política europeia estão bem conscientes de que ele é o autor desta Europa que vai para Bruxelas e Maastricht. Kalergi, desconhecido para o público, nas aulas de história e entre os deputados, é considerado como o pai de Maastricht e do multiculturalismo. A novidade de seu plano não está em aceitar o genocídio como um meio para alcançar o poder, mas em criar criaturas subumanas, que devido aos seus atributos negativos, tais como a falha e instabilidade, garantam a tolerância e a aceitação da "nobre raça". [3]

Mas quem é esta élite? Kalergi é particularmente elucidativo neste particular:
    "O homem do futuro será de sangue misturado. As raças e as classes de hoje irão desaparecer gradualmente devido à eliminação do espaço, tempo e preconceito. A raça eurasiana-negróide do futuro, similar em aparência aos antigos egípcios, irá substituir a diversidade de povos e a diversidade de indivíduos. [2] Em vez de destruir o judaísmo europeu, a Europa, contra a sua vontade, refinou e educou este povo, levando-os ao seu futuro estatuto como nação líder, através deste processo evolutivo artificial. Não é surpreendente que o povo que escapou da Prisão-Gueto se tornou na nobreza espiritual da Europa. Assim a caridade compassiva dada pela Europa criou uma nova raça de aristocratas. Isto aconteceu quando a aristocracia feudal europeia caiu devido à emancipação dos judeus [devido às acções levadas a cabo pela Revolução Francesa].


De Kalergi até ao nosso tempo

Apesar de nenhum livro de texto mencionar Kalergi, as suas ideias são os princípios orientadores da União Europeia. A convicção que os povos da Europa deveriam ser miscigenados com africanos e asiáticos de modo a destruir a sua identidade e criar uma raça mestiça única é a base de todas as políticas comunitárias que visam a protecção das minorias. Não por razões humanitárias, mas devido às diretivas emitidas pelo regime implacável que maquina o maior genocídio da história. O Prémio Europeu Coudenhove-Kalergi é atribuído cada dois anos a europeus que se distinguiram em promover este plano criminoso. Entre os que receberam este prémio estão Angela Merkel e Herman Van Rompuy.



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A Sociedade Europeia Coudenhove-Kalergi agraciou a chanceler federal
Angela Merkel com Prémio Europeu em 2010

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Em 16 novembro de 2012 foi atribuído ao Presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, o prémio europeu Coudenhove-Kalergi 2012 durante uma reunião extraordinária realizada em Viena, para comemorar o nonagésimo aniversário do movimento pan-europeu. Á sua volta repare no símbolo da união pan-europeia: uma cruz vermelha por cima do sol dourado, um símbolo que era o sinal dos Rosacruzes.


O incitamento ao genocídio é também a base dos constantes apelos da ONU, que exige que nós acolhamos milhões de imigrantes para compensar a baixa taxa de natalidade da União Europeia. De acordo com um relatório divulgado em Janeiro de 2000, o relatório "Divisão de População" da Organização das Nações Unidas, em Nova York, na parte intitulada "Imigração de substituição: uma solução para o declínio e envelhecimento da população”, a Europa precisará em 2025 de 159.000.000 migrantes.

Poderia-se perguntar como é possível ter uma tão grande precisão quanto ás estimativas de imigração apesar de não ser um plano premeditado. É certo que a baixa taxa de natalidade poderia ser facilmente revertida por meio de medidas apropriadas para apoiar as famílias. É igualmente claro que a contribuição de genes estranhos não protege a nossa herança genética, mas permite o seu desaparecimento. O único objetivo destas medidas é distorcer completamente o nosso povo, transformá-lo num conjunto de indivíduos sem qualquer coesão étnica, história e cultural. Em suma, a política do Plano Kalergi foi e ainda é a base das políticas oficiais dos governos que visam o genocídio dos povos europeus, através da imigração em massa. G. Brock Chisholm, ex-diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS), demonsta ter aprendido bem a lição de Kalergi quando afirma:

    "O que, em todos os lugares as pessoas têm de fazer é praticar a limitação de nascimentos e promover os casamentos mistos (entre raças diferentes), e isto com o objectivo de criar uma única raça num mundo que será dirigido por uma autoridade central." [ 4]


Conclusão

Se olharmos à nossa volta, o plano Kalergi parece ter sido plenamente realizado. Estamos perante a fusão da Europa com o Terceiro Mundo. A praga do casamento inter-racial produz cada ano milhares de jovens de raça mista: “Os filhos de Kalergi.” Sob a dupla pressão da desinformação e da estupefacção humanitária, promovidos pela grande mídia, os europeus estão a ser ensinados a renunciar às suas origens, a renunciar à sua identidade nacional.

Os defensores da globalização esforçam-se por nos convencer que negar a nossa identidade é um ato progressista e humanitário, que o "racismo" é errado, mas só porque eles querem fazer de todos nós consumidores cegos. É mais necessário do que nunca nestes tempos reagir às mentiras do sistema, para despertar os europeus com espírito revolucionário. Deve ser colocado sob os olhos de todos o fato de que a integração europeia é equivalente ao genocídio. Nós não temos escolha, a alternativa é o suicídio nacional.

Nota do tradutor para inglês:  apesar das razões pelas quais Kalergi fez a escolhas que fez não serem de particular interesse para nós, tentaremos responder a uma pergunta que, certamente, os nossos leitores terão colocado: porque é que um aristocrata europeu com raízes flamengas, polacas, grego-bizantinas e até com algum sangue samurai nas suas veias (proveniente da mãe) foi um instrumento tão importante nas mãos das forças das trevas? As razões, na nossa opinião, são múltiplas, idiossincráticas, psicológicas e... mulheres.

________________________

NOTA:

[1] Entre os seus seguidores desde o princípio vamos encontrar os políticos checos Masaryk e Benes, bem como o banqueiro Max Warburg, que disponibilizou os primeiros 60.000 marcos. O Chanceler austríaco Ignaz Seipel  e o próximo presidente austríaco Karl Renner, posteriormente, se encarregaram de guiar o movimento Paneuropa. O próprio Kalergi indicava que importantes políticos franceses aprovavam o seu movimento para reprimir a recuperação da Alemanha . Assim, o primeiro- ministro francês Edouard Herriot e seu governo, como os líderes britânicos de todos os ramos políticos e, entre eles, o editor-chefe do Times, Noel Baker, caiu nas maquinações deste conspirador. Finalmente conseguiu atrair Winston Churchill. No mesmo ano, o que mais tarde se tornará o genocídio checo de 300 mil alemães dos Sudetos, Edvard Benes foi nomeado presidente honorário. Ele, até agora, quase renegou Kalergi, mas também negociava com Mussolini para restringir o direito à auto-determinação dos austríacos e incentivar ainda mais as nações vitoriosas, mas não conseguiu. Na lista interminável de altos cargos políticos do século XX , há a mencionar particularmente Konrad Adenauer, o ex- ministro espanhol da Justiça, Rios, e John Foster Dulles (EUA) . Sem respeitar os fundamentos da democracia e com a ajuda do New York Times e do New York Herald Tribune, Kalergi apresentou ao Congresso dos EUA o seu plano. Seu desprezo pelo governo popular manifestou-se numa frase de 1966 , na qual ele relembra suas atividades depois da guerra : “Os próximos cinco anos do movimento pan-europeu foram dedicados principalmente a este objetivo: com a mobilização dos parlamentos tratava-se de forçar os governos para construir a Paneuropa.” Ajudado por Robert Schuman, Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Kalergi conseguiu retirar do povo alemão a gestão da sua produção de aço, ferro e carvão e transfere-a para uma soberania supranacional, ou seja, anti- democrática. Aparecem outros nomes: De Gasperi , o traidor de autodeterminação do sul do Tirol e Spaak, o líder socialista belga. Finge querer estabelecer a paz entre os franceses e os alemães, através dos herdeiros de Clemenceau, que concebeu o plano genocida de Versalhes. E nos anos vinte escolhe a cor azul para a bandeira da União Europeia . O papel de liderança de Kalergi na criação da Europa multicultural e na restrição do poder executivo dos parlamentos e governos é evidente até hoje, e é revelado pela atribuição do prémio "Coudenhove Kalergi " ao chanceler Helmut Kohl como um agradecimento por seguir este plano, bem como os elogios e adulação do personagem mação poderoso e político europeu, o primeiro-ministro do Luxemburgo, Junker. Em 1928 juntaram-se políticos famosos e maçons franceses: Leon Blum (mais tarde primeiro-ministro), Aristide Briand , EM Herriot , Loucheur. Entre seus associados se encontrava gente tão diversa como o escritor Thomas Mann e o filho do Kaiser, Otto von Habsburg. Entre os seus promotores, além de Benes já mencionado, Masaryk e do banqueiro Warburg, encontramos também o mação Churchill, a CIA , a loja maçónica B'nai B'rith, o "New York Times" e toda a imprensa americana. Kalergi foi o primeiro a ser premiado com o Prémio Carlos Magno, na localidade de Aachen; e quando foi a vez de Adenauer o receber, Kalergi estava presente. Em 1966 mantém contato com seus colaboradores mais importantes. Todos aqueles que foram honrados com este prémio fazem parte do círculo de Kalergi e da maçonaria, ou se esforçaram por representar os interesses dos EUA na Alemanha. Em 1948 Kalergi consegue converter o "Congresso Parlamentar Europeu" de Interlaken numa ferramenta para forçar os governos a voltarem a lidar com o "problema europeu", ou seja, para levar a cabo o seu plano. Na mesma altura é fundado o Conselho Europeu e no topo da delegação alemã encontramos Konrad Adenauer, apoiado pela CIA.
(Gerd Honsik, "O Plano Kalergi")

[2] Kalergi, Praktischer Idealismus

[3] Honsik, op.cit.

[4] «USA Magazine», 12/08/1955



http://apocalisselaica.net/pt/varie/miti-misteri-e-poteri-occulti/il-piano-kalergi-il-genocidio-dei-popoli-europei#sthash.CZ2eA5BH.dpuf

http://www.stampalibera.com/?p=66337







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Comentários

Por: Fernando Liz | 28Nov2016 12:43:35

Recomendo vivamente este video, porque mostra preto no branco o documento da ONU aqui referido

https://www.youtube.com/watch?v=dxvOt6yw_0s

Cumprimentos

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