desfaço os sinais dos inventores de mentiras, e enlouqueço os adivinhos

Socióloga: a ideologia do transgénero é “loucura” | 16Jan2017 17:37:58

 

Eu sou o John-Henry Westen, a falar-vos desde Auckland, Nova Zelândia onde estamos na Conferência "A Voz da Família" patrocinada por Family Life International e é com todo o gosto que temos connosco Gabriele Kuby. Gabriele é uma socióloga alemã e é possível que a conheçam bem por causa do seu livro que cobre muitas questões na revolução sexual, acerca da revolução sexual e mais especificamente, neste momento, sobre o género; e é sobre isso que gostaríamos de falar consigo hoje Gabriele.

Tem havido recentemente um movimento na Igreja Católica para confrontar esta questão das pessoas que são transgénero e existe muita confusão na igreja sobre como lidar com isto, como deveríamos lidar com elas, estamos perante um crescer, representação ou solicitar direitos para os transgénero; qual é a sua opinião sobre como a Igreja Católica deveria lidar com esta questão?

>> Gabriele Kuby, socióloga - Autora: A Revolução Sexual Global – LIFESITE

GK: Nós sempre, estamos habituados às letras LGBT I Q+++ sim? E o T esteve sempre incluído, mas durante bastante tempo temos apenas abordado o tema da homossexualidade. Agora a grande conquista foi o julgamento do ano passado, o tribunal e a decisão Obergefell, o casamento do mesmo sexo foi legalizado e forçado nos Estados Unidos através desta decisão de juízes, que realmente não é suposto serem eles a moldar a realidade social.

Então, logo de imediato a onda transgénero começou a, já tinha sido preparada  mas nesse momento entrou em força com a questão transgénero. Transgénero significa que são pessoas, pessoas muito infelizes, que sentem que não têm o corpo certo, é isso que dizem. Os seus cérebros dizem algo diferente do que os seus sentimentos dizem, então, elas vão ao extremo de até se mutilarem para remediar isso. Sabemos por meio de estudos, sabemos dos médicos que têm feito isso no Hospital John Hopkins, que isso não resolve o problema, é claro que não resolve o problema.

Por debaixo do grave problema psicológico, existe muito abuso (???), que leva a esse estado, tenho conhecido pessoas, conversei com esta mulher que me disse, sou uma mãe mas sou um homem, e simplesmente desfez-se em lágrimas depois de alguns minutos de falar com ela. A Organização Mundial de Saúde tem uma lista de distúrbios psicológicos e a disforia de género é como isso agora é chamado, está nessa lista! É um distúrbio psicológico. Então agora estamos sob esta pressão para dizer: “respeitem a sua identidade!” Não! Temos que as ajudar a resolver o problema! E deveriam ter acesso a toda a ajuda possível para isso. Não tem nada a ver com identidade, é um distúrbio psicológico extremamente severo e extremamente doloroso, que se comprova com as tentativas de suicídio, que são quarenta por cento mais altas que na população em geral e são ainda mais altas depois das tentativas de mudança de género, seja o que for que as pessoas fazem. Então isto agora está a entrar na igreja.

JHW: Como é que as pessoas, os católicos, nós queremos estar aqui para as pessoas, queremos apoiá-las,  não queremos condená-las, não é isso que a igreja ensina, sabe, se sente que tem uma atração, se é um homem e sente uma atração por outro homem que é até pecaminosa, é um desejo desajustado mas não é pecado até que o ato seja consumado; talvez possa dizer algo sobre isso.

GK: A tarefa da igreja é a de proclamar a verdade em amor e com todas estas nossas particularidades de seres humanos, temos alguma liberdade na forma como vivemos a nossa identidade, na forma como vivemos o nosso ímpeto sexual. A igreja tem que dizer, isto é o que Deus pretendeu para o ser humano, para que, nós como pessoas, pessoas caídas neste mundo, possamos ter uma vida boa e possamos de facto satisfazer o nosso desejo por felicidade e alcançar a vida eterna, é isso que a igreja tem que nos dizer, como chegar lá! Então, a igreja tem que nos dizer a verdade acerca do ser humano e dar-nos o apoio necessário para alcançá-la.

Mas o que está a acontecer agora é, quero dizer, as pessoas são asseveradas, você não é um homem! Você não é uma mulher! E com estas leis absolutamente malucas que estão agora a ser construídas, que as pessoas que não aceitam o que outro diz, se você agora me dissesse aqui que você é uma mulher, e, eu diria, peço desculpa, não acho que você seja, e continuasse a tratá-lo por Sr. Westen, se vivêssemos em Nova Iorque você podia levar-me a tribunal e eu poderia ser multada em duzentos mil dólares, se continuasse a fazer isso, e você diria, ela é uma pessoa desagradável e está a maltratar-me, porque é que ela não aceita que eu seja uma mulher?! Nem sequer teria que se vestir de maneira diferente, nem sequer teria que me mostrar um qualquer documento, certo? Eu acho que este é um grau de loucura que é simplesmente inacreditável.

JHW: Quando a igreja tenta lidar com isto, quando, sabe, porque as pessoas dizem que nasceram, existe a androginia por vezes, há pessoas que nascem com características sexuais secundárias

GK: Isso chama-se intersexualidade.

JHW: Intersexualidade, então, existe esta condição. Agora, é uma condição extremamente rara, mas provavelmente as pessoas irão mencionar isso, mas você acha uma boa ideia a igreja dizer, está bem, se uma pessoa diz que se sente transsexual, simplesmente trate-a pelo pronome que ela quer ser tratada?

GK: Não, claro que não! A intersexualidade é, como mencionou, uma condição muito rara onde os atributos biológicos não são idênticos, não totalmente conformes com a própria ... sexual, isto é realmente muito raro. Em todas estas questões agora vemos que de alguma maneira o governo, as leis, as ONG’s, todas estas organizações que lidam com isso, fazem política para as mais pequenas minorias. Elas deveriam estar procurando o bem comum, a palavra bem comum já nem está lá mais! Elas deveriam fazer política para a maioria, nós vivemos em democracia, não temos orgulho em sermos democratas?! Não fazemos guerras por causa da democracia?! Certo?!

Então, porquê fazer, como com a batalha da casa de banho agora que, é inacreditável que coisas como estas aconteçam. Porque é que noventa ponto nove porcento das raparigas não são protegidas, de rapazes entrarem nas suas casas de banho, porque é que está esta pequeníssima minoria protegida contra descriminação? Não! Se as pessoas têm estes problemas, o que é deveras lamentável, que precisa da nossa compaixão, que precisa de ajuda, seja de que tipo for - e não apoiá-los no seu distúrbio psicológico!

Mas dizer-lhes qual é a sua verdadeira identidade! - Não! Meu caro homem, meu caro rapaz, querida criança, é claro que és... se queres usar roupa de rapaz como uma menina, usa, mas claro que és uma menina! Certo?! Afirmá-los na sua verdadeira identidade, e tentarmos ser bons para essas pessoas.

JHW: Já fomos tão longe atualmente, que até damos às crianças que estão em desenvolvimento, normal, da sua sexualidade, damos-lhes tratamentos hormonais, drogas, enquanto crianças, para parar o seu desenvolvimento normal;

GK:Sim! Sim!

JHW: Como é que a igreja deveria reagir?

GK: Deveria vir a público e condenar abertamente essa prática! E dizer que é um ato criminoso contra as crianças, nada mais do que isso, certo?! Há um novo estudo, quero citá-lo corretamente e então tenho este documento aqui comigo... é da autoria de um psiquiatra eminente dos Estados Unidos, chama-se "Sexualidade e Género," os autores são Lawrence Mayer e o Dr. Paul McHugh, que são os psiquiatras mais famosos e respeitados dos Estados Unidos, eles, examinaram duzentos estudos, estudos científicos com revisão por pares sobre estes assuntos, e os seus resultados são, vou citar os quatro, um deles é relevante para a sua pergunta,

>> "A compreensão de que a orientação sexual é uma propriedade biológica fixa e natural dos seres humanos - a ideia de que as pessoas 'nascem assim' - não se apoia em dados científicos."

>> "Apenas uma minoria de crianças que experimentam identificação com o género oposto continuarão a fazê-lo na adolescência ou em idade adulta."

GK: Elas acabam por se deixar disso! É, você sabe, elas brincam, elas ouvem isto tudo, quero dizer, é a moda, as crianças vão pelas modas, você sabe, elas têm uma propensão muito grande para ir onde há energia, em qual tema existe energia, onde os adultos concentram a sua atenção, certo? E reagem a isso, então de repente temos todos estes casos de disforia de género a subirem nas estatísticas, certo?! É uma discussão fabricada! E o que é que fazemos a estas crianças? São crianças que estão a experimentar, sejam quais forem as outras suas condições. E é, eu penso que é simplesmente criminoso, e a igreja deveria apoiar os pais, e trazê-los à razão! E ajudar estas crianças e dizer, isto não pode ser feito assim! Até os transexuais falam contra isso e dizem, não se deve fazer assim.

JHW: Então, onde está a resposta amorosa da igreja quando uma família, quando as famílias, você sabe as crianças foram para o colégio e o seu conselheiro do colégio disse, ah, deves ser, és um rapaz, mas deves ser, porque sentes que és uma rapariga ou, você sabe, uma jovem, como é que a igreja poderá então acercar-se de pais, que estão a sofrer com isto, porque as crianças voltam para casa, e dizem, mãe, eu, tu criaste-me como um rapaz mas eu sinto-me como uma rapariga, e o conselheiro na escola disse-me que eu deveria comportar-me como uma rapariga e tu não me deixas ser uma rapariga; como é que a igreja pode apoiar os pais que estão nessa situação?

GK: Falar-lhes sobre os estudos que existem, sugerir-lhes terapia, olhar para a família, a família como um todo, o que é que está a acontecer nesta família, porque é que a criança está assim, ou seja, isto não é inato! Não tem nada a ver com os genes! Algo aconteceu na dinâmica dessa família que precipitou esse caso. Então isso tem que ser analisado e a igreja deveria apoiar os pais nessa análise.

JHW: Uma pergunta final, antes de terminarmos, a noção de que isto é criminoso, como frisou, algumas pessoas até chamaram de um tipo de abuso sexual!

GK: Acho que é! Sim?! Talvez essa seja uma definição mais apropriada.

JHW: Sendo esse o caso, o que acha das igrejas, e já existem igrejas assim,
até mesmo na Igreja Católica, mas muitas comunidades religiosas que estão a sugerir: Não! Temos que acolher, temos que deixar as pessoas, você sabe, ser como são, temos que as aceitar e recebê-las, isto ainda antes da LGBT e tudo e até alguns, até mesmo bispos dizem que os casais homossexuais e os casais de lésbicas deveriam ser abençoados e até lhes ser administrada a sagrada comunhão, já agora, mas agora aparece uma nova questão com os transexuais e o que fazer com eles, e algumas comunidades religiosas, até a católica, a dizerem à sua congregação, têm que os aceitar, têm que os receber, não podem ser intolerantes, não podem ser discriminatórios. Como é que um paroquiano fiel há-de responder ao seu padre ou bispo, de uma forma católica, demonstrando amor?

GK: Nós somos sempre compassivos, somos sempre acolhedores e se formos realmente acolhedores, esta pessoa vai abrir-se, esta pessoa mostrará o profundo sofrimento que está escondido. Eu, depois de falar, uma, esta mulher chegou-se ao pé de mim e conversámos uns três minutos e ela disse-me, ela estava cheia de temor e agressão por causa do que lhe tinha sido feito, certo?! Então é claro que temos que ser acolhedores, mas não vamos dizer que esse é o caminho certo, existe um caminho para escapar a isso! E então esta mulher, eu disse-lhe, ela ouviu-me falar sobre eu ver isto através de uma posição religiosa e ela ouviu-me e ela tinha algumas, ligações a Jesus. Eu disse, se encontrasse uma saída, gostaria de ir por aí? - Isso seria o Paraíso! E eu enconrajei-a, eu disse, agarre-se a Jesus! Você vai encontrar a saída! Então é para isto que a igreja serve! Certo?! E pode ser tanto mais eficaz quanto mais amorosos formos e quando eu vi esta pobre mulher à minha frente eu senti amor por ela! Eu senti compaixão por ela! Era tão triste! Sim?! E quando eles sentem isso, todos nós, então podemos mudar.

JHW: Bonito. Pelo LifeSiteNews aqui é John Henry Westen com Gabriele Kuby, desde Auckland, Nova Zelândia. Deus vos abençoe!







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