desfaço os sinais dos inventores de mentiras, e enlouqueço os adivinhos

Ainda "Grã"-Bretanha? Lamentar o que aconteceu à Albion | 01Mai2018 16:54:47

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Se viu "Dunkirk" ou "A Hora Mais Negra", ficou com uma ideia do espírito combativo britânico face a um grande perigo. Se souber um pouco mais sobre esse período, sabe porque razão Churchill pôde afirmar em relação ao povo britânico que "esta foi a sua melhor hora". 

Dificilmente se diria o mesmo agora. Salvo algumas honrosas exceções, o espírito de resistência britânico está muito por baixo. As classes média e baixa submetem-se de má vontade aos ditames das elites e as elites submetem-se de livre vontade à islamização do seu país.

Se o povo britânico resistiu com sucesso à invasão de Inglaterra planeada por Hitler, essencialmente curvou-se perante a invasão islâmica das Ilhas Britânicas. O que Hitler não conseguiu alcançar com a força das armas, os migrantes muçulmanos alcançam através da migração. Com a ajuda das autoridades britânicas, estão a impor de forma gradual mas inexorável um código moral alheio ao Reino Unido.

O exemplo mais gritante desta atitude submissiva é a resposta tépida aos ataques de violação em massa por gangues muçulmanos em vilas e cidades de Inglaterra. Na verdade, "tépida" é uma palavra demasiado forte. "Ausência de resposta" é mais exato. Embora as autoridades soubessem quem eram os responsáveis pelas violações, nada fizeram. Nalgumas cidades os crimes foram ignorados durante décadas.

É possível que tenha ouvido falar de Rotherham, uma cidade com cerca de 250.000 habitantes onde cerca de 1.400 raparigas com idades compreendidas entre os 11 e os 14 anos foram drogadas, violadas e traficadas durante anos por gangues paquistaneses. As autoridades – membros do conselho municipal, polícia, agências de proteção da criança – tinham conhecimento das violações, mas mantiveram-se caladas.

A vergonha de Rotherham foi finalmente revelada em 2013. A notícia espalhou-se rapidamente por Inglaterra e, se estava atento, é possível que tenha reparado que apareceu brevemente nos jornais americanos. Mas ouviu falar de Telford? Telford é uma cidade pitoresca com cerca de 150.000 habitantes, nos Midlands ingleses. A 11 de março deste ano, o Sunday Mirror noticiou que Telford era "o 'pior' escândalo de abuso sexual infantil da Grã-Bretanha de sempre". Tendo começado na década de 80, cerca de mil raparigas menores foram violadas, espancadas, vendidas para sexo e, algumas, assassinadas. Tal como em Rotherham, os responsáveis da cidade encobriram os abusos durante décadas – e pela mesma razão. Tinham receio que lhes chamassem "racistas" ou "islamofóbicos".

Infelizmente, a epidemia de violações não está confinada a Rotherham e Telford. Segundo um repórter, estendeu-se a "Bristol, Derby, Rochdale, Peterborough, Newcastle, Oxfordshire, Bradford, Keighly, Banbury, Halifax, Leeds, Birmingham, Norwich, Burney, High Wycombe, Dewsbury e Middleborough". Isto "entre outros locais". Um dos outros locais é Londres.

No primeiro ano do mandato do presidente da câmara Sadiq Khan, os homicídios em Londres subiram 27%, o homicídio juvenil cresceu 70%, as violações aumentaram 18% para 7.600 casos notificados e os crimes sexuais infantis subiram 30% para 1.200 por ano. Londres tem também o maior número de ataques com ácido per capita de qualquer outra cidade do mundo.

Quando eu era mais novo, era vulgar ouvir dizer que Londres era uma das cidades mais seguras do mundo – um lugar onde as mulheres podiam andar sozinhas à noite e a polícia não tinha de andar armada. Mantinha uma posição favorável sempre que era comparada com a Cidade de Nova Iorque dominada pelo crime. Este ano, porém, Londres ultrapassou a Cidade de Nova Iorque como uma das capitais mais perigosas do Mundo Ocidental.

O que aconteceu em Londres para provocar uma tal reviravolta? Melhor dizendo, o que aconteceu em Yorkshire, Oxfordshire, Derbyshire, Shropshire e todos os outros condados pacíficos do espaço verde e agradável de Inglaterra?

Foram os Orcs? A julgar pelos esforços hercúleos que fizeram para encobrir a verdade, é bem possível que a imprensa e as autoridades tivessem preferido que acreditássemos nisso. O que aconteceu, evidentemente, foi a migração muçulmana sustentada pelas elevadas taxas de natalidade muçulmanas.

Em qualquer caso, esta história não passa apenas pela chegada dos muçulmanos à Grã-Bretanha. É mais complicada do que isso. Regressemos por momentos à década de 1940. Churchill era o maior líder de Inglaterra, mas há outro inglês que bem poderá ter sido o seu maior profeta. Em 1948, George Orwell escreveu o romance distópico clássico "1984". É um erro pensar no livro simplesmente como uma previsão de coisas más que hão de vir, porque Orwell queria que ele fosse um comentário sobre coisas más que já estavam a acontecer (no bloco soviético) ou já tinham acontecido (na Alemanha nazi). Orwell também viu algo na Inglaterra do seu tempo que o perturbou. Devido, em parte, à centralização e burocratização exigidas pelo esforço de guerra, a Grã-Bretanha já se encontrava no caminho para o socialismo. Orwell favorecia o socialismo democrático, mas também percebia que o socialismo tinha potencialidades ameaçadoras. Afinal, o partido político totalitário que ele descreve em "1984" chama-se Ingsoc – abreviatura de "Socialismo Inglês".

As instituições que governam a Inglaterra moderna não são tão brutais como o Ingsoc, mas partilham algumas das suas características – particularmente o desejo de controlar a informação. Por exemplo, a polícia de Telford não se referiu aos membros do gangue de violadores como paquistaneses ou muçulmanos, mas simplesmente como "asiáticos". A BBC não noticiou os crimes de Telford durante 36 horas depois de a notícia ter vindo a lume e mesmo assim só com um curto spot na BBC Radio Shropshire (a comunicação social alemã manteve um silêncio semelhante após as agressões sexuais em massa em Colónia). Além disso, tal como em "1984", as autoridades inglesas perseguem os crimes de pensamento ("crimes de ódio" em linguagem moderna) de forma tão vigorosa como perseguem os crimes reais. Por exemplo, no meio da onda de crimes em Londres, a polícia londrina nomeou 900 investigadores especiais para investigarem – o que seria? – crimes de ódio. Ironicamente, o alvo principal dessas investigações de ódio são pessoas que usam o Facebook ou outras redes sociais para criticar o Islão e a imigração. Em Inglaterra, a violação de crianças e os ataques com ácido são simplesmente o preço que a sociedade paga pela sua vibrante diversidade, mas dizer o que se pensa no Facebook é um crime de ódio. O que Naz Shah, um membro feminino do Parlamento, aconselhou às vítimas de violação de Rotherham reflete a atitude das elites em relação ao resto da sociedade britânica: afirmou que as raparigas deviam "calar a boca para o bem da diversidade".

Existe outra semelhança entre a Grã-Bretanha de hoje e o Ingsoc de "1984". As sociedades totalitárias especializam-se em humilhações pequenas e grandes. As humilhações destinam-se a desmoralizar os cidadãos e a quebrar a sua vontade de resistir. É o que parece estar agora a acontecer na Grã-Bretanha. A violação é um ato de subjugação e humilhação e, se nada for feito, a humilhação transforma-se numa desmoralização corrosiva. Se acontece em grande escala – como atualmente na Grã-Bretanha – e se as autoridades se tornam cúmplices, então toda a sociedade fica desmoralizada. Se, ainda por cima, os que se queixam dos ultrajes são silenciados e até presos, a humilhação é completa.

Nada disto é um bom augúrio para o futuro da Grã-Bretanha. Tal como diz Mark Steyn, "uma sociedade que não defende as suas raparigas mais jovens e mais vulneráveis é certamente capaz de racionalizar muito mais compromissos perversos nos próximos anos". Poderíamos perguntar, "quantos mais compromissos é que a Grã-Bretanha ainda pode fazer?" Graças aos esforços das organizações islamistas britânicas e ao apaziguamento cobarde das instâncias oficiais britânicas, a vontade de resistir está a ser lentamente esmagada.

Ainda assim, não devemos descartar completamente a Grã-Bretanha. Apesar do seu declínio, ainda há esperança. Os cidadãos britânicos têm uma história de orgulho e coragem da qual podem retirar lições. Todas as probabilidades estão contra eles agora, mas o mesmo se passou em 1940. Na altura em que Churchill tomou posse, a situação parecia tão desesperada que uma grande parte do governo estava preparada para capitular perante Hitler. No entanto, contra todas as probabilidades, a Grã-Bretanha prevaleceu.

Além disso, a Grã-Bretanha tem uma herança cristã. E, historicamente, o Cristianismo tem sido o baluarte mais forte da Europa contra a islamização. Essa herança foi dissipada ao ponto de estar praticamente perdida. Mas não se deve excluir um renascimento do Cristianismo. Até os ateus estão a começar a reconhecer o papel vital que o Cristianismo desempenha. Num evento recente em Inglaterra, Richard Dawkins alertou contra a celebração da extinção do Cristianismo "na medida em que o Cristianismo pode ser um baluarte contra algo pior". A civilização cristã já se encontrava em declínio na altura do discurso de Churchill, mas este reconheceu que era essencial para revitalizar o espírito britânico. Bem fariam os cidadãos britânicos hoje em regressar aos seus discursos. Eis uma amostra:

A batalha de Inglaterra está prestes a começar. Desta batalha depende a sobrevivência da civilização cristã. Depende a própria vida britânica e a continuidade das nossas instituições e do nosso império…Vamos então assumir os nossos deveres e prepararmo-nos, pois se o Império Britânico e a sua Commonwealth durarem mil anos, os homens ainda dirão: "Esta foi a sua melhor hora."

Claro que a situação hoje é diferente. É melhor e pior. Os islamistas na Grã-Bretanha não têm nada semelhante ao poder das forças armadas de Hitler. Em vez disso, têm de se apoiar na guerra cultural crescente. Isso dá aos cidadãos britânicos muito mais tempo do que tiveram em 1940. Por outro lado, a Grã-Bretanha debate-se hoje com uma falta desesperada de confiança cultural. O multiculturalismo e o politicamente correto minaram a sua capacidade para lutar contra uma guerra de culturas. Além disso, desta vez o inimigo não está do outro lado do Canal. A ideologia islamista já se encontra entrincheirada dentro das fronteiras da Grã-Bretanha e os seus defensores são ajudados e encorajados pela fraca liderança britânica e generosamente financiados pelo seu sistema de proteção social.

E quanto aos Estados Unidos? Os americanos podem pensar que tudo isto não tem nada a ver com eles. Mas o que se está a passar na Grã-Bretanha também se está a passar aqui: a supressão de notícias, as acusações de "crimes de ódio", os encobrimentos e o agrilhoamento da liberdade de expressão em nome da sensibilidade e do politicamente correto. Se a batalha de Inglaterra de hoje for perdida e, juntamente com ela, a batalha de França e da Alemanha e do resto do continente, a América vai ficar muito sozinha. E a sua resistência errática à islamização vai parecer ainda mais fútil. Churchill falou da América no seu discurso de 1940 e o que ele disse nessa altura ainda hoje se aplica:

Mas se falharmos, o mundo inteiro, incluindo os Estados Unidos, incluindo tudo o que conhecemos e prezamos, afundará no abismo de uma nova idade das trevas, tornada mais sinistra e, talvez, mais prolongada, pelas luzes da ciência pervertida.

17 de abril de 2018 (Projeto Turning Point)
Original publicado na edição de 27 Mar 2018 de "Crisis"
https://www.crisismagazine.com/2018/britains-rape-epidemic

https://www.lifesitenews.com/opinion/still-great-britain-lamenting-whats-become-of-albion









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