2º Guerra Mundial

Flúor e estupidez | 15Jun2009 16:30:00

Flúor e estupidez

 

Estudos científicos independentes que têm aparecido regularmente nos últimos 50 anos revelam que o fluoreto, supostamente, encurta o nosso tempo de vida, promove o cancro e vários distúrbios mentais, acelera a osteoporose e a fractura de ancas nos idosos, e torna-nos estúpidos, dóceis e subservientes, tudo no mesmo pacote. [...] A primeira ocorrência de água de beber fluorizada na Terra aconteceu nos campos de concentração da Alemanha Nazi. A Gestapo estava pouco interessada com os supostos efeitos do fluoreto nos dentes das crianças; a razão alegada para a medicação em massa da água com fluoreto de sódio foi a esterilização de seres humanos e forçar à calma submissão os que viviam nos seus campos de concentração. (Ref. livro: “The Crime and Punishment of I.G. Farben" por Joseph Borkin.) [...]

A América enviou veneno de rato para os prisioneiros de Estaline na Sibéria via “Lend-Lease”: a utilização de fluoreto de sódio por parte da Rússia durante a II Guerra Mundial foi incluída no registo do congresso dos EUA no início dos anos 50. O major norte-americano George R. Jordan testemunhou perante as comissões de Actividade Anti-americana do Congresso, de que tinha estado estacionado em Great Falls, Montana, durante a guerra como oficial de ligação EUA - União Soviética.

O major Jordan declarou que uma das suas tarefas era obter “grandes quantidades” de fluoreto de sódio para enviar para a Sibéria através de vários aviões “Lend-Lease” que iam de Montana para a Rússia, via Canadá e Alasca. (foram enviados 7.926 aviões para a Rússia através desta rota.) O Major Jordan testemunhou que os russos admitiram abertamente “… utilizar o fluoreto no fornecimento de água dos seus campos de concentração para tornar os prisioneiros estúpidos, dóceis e subservientes.”

Leia toda a história (em inglês) em:

www.tetrahedron.org/articles/health_risks/Fluoride_and_Stupidity_1.txt



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A piscina de Auschwitz | 15Mai2009 14:50:00

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O revisionista austríaco-alemão Frederick Toben trouxe à nossa atenção o facto de que hoje, ao lado da piscina de Auschwitz I, existe um letreiro com uma indicação em polaco, inglês e hebraico, uma informação cujo objectivo é fazer com que o visitante acredite que a piscina era de facto apenas um simples reservatório para a brigada de bombeiros. Diz o seguinte:


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